EPISÓDIO · LAP CAST

LAP Cast #12 - Eliminando perdas milionárias em um terminal portuário

convidado

Bruno Quirino

Gerente de Logística

DISPONÍVEL TAMBÉM EM:

SOBRE ESTE EPISÓDIO

E se uma perda que sua operação considera “normal” pudesse simplesmente deixar de existir?

No episódio #12 do LAP Cast, recebemos Bruno Quirino, profissional com mais de 20 anos de experiência no agronegócio, para apresentar um case de transformação em uma operação portuária de granéis líquidos — e mostrar como o benchmarking pode ser uma poderosa ferramenta de melhoria contínua.

O problema estava dentro de um parque de tanques utilizado para armazenagem de óleo vegetal.

Como os tanques não eram aquecidos, períodos de baixa movimentação favoreciam a formação de borra, fazendo com que parte do produto precisasse ser descartada. Além da perda do óleo, o terminal ainda precisava contratar uma empresa especializada para realizar a limpeza dos tanques.

E havia um agravante: essa perda já fazia parte do processo e impactava diretamente o P&L do terminal.

Com o crescimento da demanda de granéis líquidos, o problema ganhou escala e surgiu uma pergunta simples, mas poderosa:

Por que continuamos fazendo dessa forma?

A resposta não veio de um grande investimento em tecnologia, automação ou novos equipamentos.

Veio do benchmarking.

Bruno procurou profissionais de outro terminal, buscou entender como operações especializadas lidavam com o mesmo problema e utilizou esse conhecimento para dar segurança a uma solução construída em conjunto com as equipes de operação, manutenção e gestão.

A partir daí, o processo foi redesenhado.

Com movimentações entre os tanques, melhor gestão do estoque, aplicação do FIFO e uma nova rotina operacional, a formação de borra foi drasticamente reduzida e uma perda antes considerada inerente à operação passou a ser praticamente eliminada.

E o resultado?

💰 Mais de US$ 1 milhão de saving na operação específica apresentada no episódio.

📉 Redução contínua da geração de borra.

♻️ Maior aproveitamento do óleo que anteriormente seria descartado.

🎯 Evolução para um KPI de praticamente perda zero.

E Bruno deixa claro: o benefício acumulado foi ainda maior, porque o novo processo continuou evitando perdas nos anos seguintes.

Neste episódio você vai entender:

🔹 Como uma perda operacional pode se tornar “normal” sem que ninguém mais a questione;

🔹 Como identificar desperdícios escondidos dentro dos processos logísticos;

🔹 Como utilizar benchmarking na logística como ferramenta de melhoria contínua;

🔹 Por que fazer benchmark exige relacionamento, confiança e humildade;

🔹 Como aprender com outras empresas — inclusive concorrentes;

🔹 Como transformar conhecimento externo em melhoria operacional;

🔹 A importância de envolver operação, manutenção e liderança na mudança;

🔹 Como segurança deve permanecer acima do resultado financeiro;

🔹 Como networking pode se transformar em resultado concreto para o negócio;

🔹 E como uma mudança relativamente simples pode gerar milhões em economia.

Uma das grandes reflexões do episódio é que benchmarking não significa simplesmente copiar.

Significa reconhecer que talvez alguém já tenha resolvido o problema que você está tentando resolver — e ter humildade para aprender com essa experiência. Como resume Bruno: “Não adianta a gente querer inventar a roda sendo que alguém já faz isso.”

Mais do que um case sobre granéis líquidos, este episódio é uma aula prática sobre melhoria contínua, benchmarking, gestão de perdas, networking e alta performance logística.

UM NOVO EPISÓDIO
A CADA SEMANA.

Toda semana um novo episódio. Um profissional convidado compartilha um tema relevante da logística, trazendo aprendizados práticos a partir de uma ação de alta performance validada pela LAP Brasil. Acompanhe o LAP Cast na sua plataforma preferida e fique por dentro dos cases, ideias e experiências que estão transformando a logística na prática.

LAP Cast · Quem executa, compartilha. Quem aprende, evolui.

FAÇA PARTE DA
ELITE LOGÍSTICA.

A LAP Brasil é a maior comunidade de profissionais de logística no Brasil. Autoridade, curadoria, networking, benchmarking, reconhecimento e desenvolvimento — tudo em um ecossistema feito por quem executa, para quem executa.